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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

11.ª Sessão de Escrita Criativa

Para a história de hoje precisávamos de alguns elementos: um problema, um conflito, uma necessidade,etc. que desencadeasse a acção; uma resposta a esse conflito; uma resolução; duas personagens, sendo que o s seus nomes começariam com a letra B e a letra, respectivamente, e que uma delas seria uma mosca; A acção é desencadeada por um objecto cujo nome começa com a letra L e termina na presença de água...

O que é que se consegue produzir em meia hora?


V.

Certo dia, Bruta estava a voar sobre a árvore para observar o tempo. Nesse dia esperava que estivesse bom tempo porque prometera ao seu amigo Dormente, masi conhecido por Camaleão, que ia tomar o pequno-almoço com ele. Fez a sua cama no meio dos ramos e partiu. Quando chegou, Dormente estava a praticar ioga. O seu amigo, ao ouvir um zumbido, disse:
- Bom dia, minha amiga Bruta! Passaste bem a noite?
- Bom dia, Dormente ...Sim, passei, etu?
- O costume ...Ora faz frio, ora faz calor, este tempo não se decide.
- Pois, também reparei nisso esta manhã.
-Muito bem, vamos entrar para tomar o pequeno-almoço.
Os dois amigos estavam à mesa muito animados e aproveitaram para pôr a conversa em dia, e Dormente disse:
- É Pá, há muito tempo que não dou um passeio por estas bandas, não achas boa ideia ir dar uma volta?
- Hum, agrada-me, então vamos lá!
Lavaram a loiça e arrumaram a cozinha e depois partiram. Estava a ser um passeio muito agradável ...até que Dormente tropeçou numa coisa, pequena e redonda, e depois pegou naquela coisa esquisita com a sua língua e perguntou à amiga:
- Já biste esta coija esquijita?
- Já vi, sim. O que é?
- Não sé!
- Olha, tem aí uma coisa, clica!
Dormente voltou a pousar a coisa esquisita no chão e quando a pousou, a coisa começou a rebolar pelo chão. Bruta, que tinha a curiosidade à flor das asas, foi tentar parar a lanterna pequenina que rebolava pelo chão. Mas de repente deixou de se ver a coisa esquisita, Bruta voa até ao sítio onde deixou de se ver o objecto e dormente já vinha com um palmo de língua de fora. cansado disse:
- vamos voltar para casa, isto é um sítio perigoso.
estavam diante de uma coisa de ferro presa ao chão. A mosca Bruta disse:
- Eu vou entrar, vou querer saber o que era aquilo. Vem se quiseres - disse a mosca ao entrar.
Dormentem, que não queria ficar sozinho, saltou e quando pousou, chamou pela amiga:
- Onde estás, Bruta?
- Estou aqui...
O som perdeu-se naquele túnel escuro e com um cheiro insuportável onde um pequeno rio passava e ia desaguar um bocadinho mais à frente.
E os amigos lá ficaram a admirar aquele rio mal-cheiroso e imundo.


Sam
Duda, adolescente pacata, vivia praticamente entalada entre as quatro paredes do seu quarto, recheado com fotos dos seus ídolos, PC, TV e muita música. Havia livros mas só os da escola e já eram muitos!... Era domingo, eram 22 horas, era quase... quase o início de mais uma semana. De repente, Duda esbugalha os olhos:
- Eia!, Tenho os TPC para fazer!! Grrrrr
-Estes profs, pá! Querem mesmo queimar-me os miolos.
Resmungou, rugiu, rangeu os dentes, ripostou contra tudo e todos... Tiraram-lhe o prazer do momento!
Música em volume menor e lá se lança ao seu dever de estudante. Pega no livro de Port., pág. 43... Ler e interpretar um poema de António Gedeão - "Pedra filosofal". Leu e leu mais uma vez e o sonho deixou de ser o da pedra filosofal e Duda viajava em cada sílaba, em cada palavra, em cada verso...
...O sonho é uma bola colorida entre as mãos de uma criança... Esta bola estava nas mãos de Duda quando inesperadamente surge um ponto negro alado a esconder as sílabas que lhe estavam a preencher a alma e a transportá-la da agonia que era haver TPC. Uma mosca, a Bi, fazia companhia à menina que detestava fazer TPC mas que gostava de música.
- Bi, vai-te embora!
A mosca ora ia, ora vinha e isso perturbou Duda.
- Já sei porque não sais do meu quarto! Gostas das migalhas das bolachas que semeei por aqui...
Duda desconcentrada fecha o livro e levanta-se da secretária, acabando por entornar um copo de água que tinha ali desde a semana passada.
Nunca mais Duda ouviu o zunido da sua companheira de bagunça!


P.

Não há nada como lavar a cara em água fresca para começar o dia. Molha-se uma patinha, depois outra, esfrega-se um olho, depois outro, revirando a cabeça.
Ao longe, a distância segura, Bz observava Donsília... observava algumas centenas de Donsílkias, uma para cada face dos seus olhos compósitos, depois reunia-as numa única imagem... Um raio de sol deslizou lentamente pela mesa enquanto Donsília lavava a loiça e encheu de luz o copo de água em cuja borda estava poisada Bz.
Donsília brunia a loiça. Virava e revirava cada prato, cada garfo, cada chávena e esfregava com ardo cada manchinha que via... ou que imaginava ver.
O cesto das compras descaiu e deixou tombar parte do conteúdo. Uma laranja rolou pelo tampo da mesa e foi tocar no copo. Tocou-o levemente, mas foi o suficiente para assustar Bz, que levantou voo. Onde haveria de poisar? Bz percorreru os infinitos céus da cozinha... e esvoaçou ... e esvoaçou ... e passou rente às orelhas de Donsília.
- Raistapartam! - a linguagem da criada não era tão brunida como a loiça.
Bz decidiu-se finalmente pela asa de uma chávena de porcelana poisada no escorredor.
- Amaldiçoada sejas!
A rodilha húmida voou como um chicote.
A asa de Bz ficou a estremecer em espasmos.
A asa da chávena voou.
Donsílkia apertou os lábios, amaldiçoou outra vez a mosca e continuou a limpar a loiça com o mesmo pano. Quando terminou a loiça, já cansada, parou para acabar de beber o seu copo de água.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Escrita criativa - "Vai fermosa e não segura"

E se rescrevêssemos um poema? Como será que cada um de nós responde a este desafio? É o que verão de seguida. Uma coisa não podemos pôr nestas linhas: as risotas e gargalhadas que se produziram na curta hora em que estivemos a dar asas à imaginação.


Mote

Descalça vai para a fonte
Lianor pela verdura
Vai fermosa e não segura


A versão de Maria:

De manhã se levantava
De noite se deitava
Como toda a gente o fazia!
Maria, a prostituta
Comia ao contrário
De noite se levantava
De manhã se deitava

Levava vestido curto e meias de renda
Sapato bicudo e cabelo puxado
Mala vermelha e baton escuro
Vai fermosa e não segura
Tão linda que o mundo espanta

Maria descobre o prazer
Abandonando-se nos corpos suados
Dos homens velhacos
Que a sugam de apetite.
Maria vai fermosa e não segura
Tão linda que o mundo espanta



A versão de Paulo:

Pela calçada vai para a ponte

Pela calçada vai para a ponte
Lianor, grande casmurra!,
Teimosa!, cabeça dura.

Deu co'a cabeça num pote
Rachou a testa de prata
Logo lhe correu escarlata
O sangue do narigote
Perdeu parte do juízo
Mais teimosa que uma burra
Vai Lianor, grande casmurra!
Já tem rouca a garganta
O cabelo amarfanhado
Passa a ponte pr'ó outro lado
Vai dar-lhe uma solipanta!
Pr'ó hospital se adianta
O nariz 'inda a tortura
Vai Lianor, cabeça dura!

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

As delícias de cozinhar palavras

Um dos grandes prazeres das sessões de escrita criativa é o de escrevermos lado a lado e de partilharmos o que cada um de nós faz. Cada participante imagina soluções que surpreendem os seus companheiros e os inspiram. Cada um de nós recebe dos companheiros ideias e estímulos que nos ajudam a encontrar um caminho para dar a volta ao desafio que nos é colocado. Divertimo-nos em conjunto e, ao mesmo tempo, espantamo-nos com as coisas que somos capazes de fazer (os textos que abaixo se apresentam foram escritos de improviso no curto espaço em que cabem 40 minutos e não foram revistos).

A primeira proposta da sessão de 15 de Dezembro era construir um diálogo entre duas pessoas que se encontram presas num elevador. Elas tinham tido uma discussão antes de entrarem para o elevador. O que dirão uma à outra?
Para acrescentar alguma graça ao exercício, resolvemos fazê-lo como um acróstico a partir da palavra NATAL. (Este exercício foi adaptado de Quero ser escritor, de Elsa Serra e Margarida Fonseca Santos, ps. 17-18)
Aqui por baixo segue o texto que a V…. produziu. Resolvemos não censurara as liberdades tomadas com a linguagem!!!...
— Não me faças perder o juízo cntigo, pah! A minha paciência tem limites!!
— Ainda que estejas zangado comigo eu não tenho culpa do elevador avariar. Olha a porra!
— Tão pah? És burra ou fazes para ser? Quando sairmos daqui a primeira coisa que faço é deixar de te falar.
— Atão não vês que sim? Como se tivesses coragem! Quero ver isso.
— Lúcia é nome dela, por isso desampara-me a loja.

O exercício principal desta sessão inclui vários desafios. Eis o nosso ponto de partida:
“Numa cozinha ampla e vibrantemente cheia do sol de Inverno, um grupo de seis pessoas está reunida em redor do cozinheiro-chefe. Este apresenta as ordens para o jantar. De entre aquelas sete pessoas, uma não é um cozinheiro e outra esconde um objectivo que não é partilhado pelas outras e que envolve uma escova… Como é que essa intenção oculta e a pessoa que não é cozinheira irão interferir naquilo que se vai passar naquela cozinha?”
(Adaptado a partir de Pedro Sena-Lino)

Eis a produção de V……:
— Epah, tenho de pensar numa forma de conseguir seguir como meu plano, senão estou lixado. E aquele parvo que nunca mais chega, que chatice!
— Pssst! Tou aqui, pah! Tem lá calma contigo, isto vai correr tudo às mil maravilhas.
— Onde andaste tu, seu bandido? Diz-me a que horas é servido o jantar!
— Às 20:00h em ponto!
— E quantas pessoas estarão?
— Umas 100 pessoas, ao certo não sei, tenho de ter cuidado com as perguntas que faço, senão desconfiam!
— Eheheh… O prato principal vai ser o melhor de todos, certifica-te que todos comem aquela porra!
— Sim, chefe! Uma pergunta.
— Diz lá, pintassilgo!
— Como vais por o veneno para ratos na comida sem que ninguém te tope?
— Isso agora é comigo. E agora fora daqui, que eu tenho mais em que pensar e que fazer!
— Muuuuuaaaaaah, eu ganho sempre!

E agora, a produção de A.C.:
Numa terra fria do Pólo Norte havia uma aldeia requintada visitada anualmente por turistas de todo o mundo, onde se cozinhavam acepipes requintados e misteriosos, daqueles que se degustam e não se sabe muito bem quais são os ingredientes da receita. Nesta aldeia em tempos idos ocorreu um crime violento, sanguíneo, horroroso, na principal cozinha da principal casa da aldeia. Vieram inspectores cheios de casacos compridos, abafos de pescoço e botas de neve, de outras paragens, tentar resolver o caso. Chegaram já noite, o crime tinha acontecido há muito pouco tempo, e o cheiro a sangue ainda pairava no ar frio e farejaram, quais cães, a possibilidade de o crime ter acontecido por motivos passionais.
Nessa cozinha ampla e vibrantemente cheia de sol, devido às janelas grandes e aos tectos envidraçados (um pouco estranho) tinham trabalhado um cozinheiro chefe de renome mundial e seis cozinheiros ajudantes; digo tinham, porque quando os inspectores chegaram havia apenas os corpos esquartejados, pernas, braços, orelhas, crânios das sete pessoas, espalhados no chão, na parede e até nos tectos da cozinha.
Os inspectores reuniram-se muitas vezes procurando o móbil de tão hediondo crime, sabiam que havia uma mulher suficientemente forte, sádica e fria que poderia ter realizado tal acto; a escova deixada na cozinha por debaixo de uma mesa, num canto escondido, continha ainda os cabelos louros da última penteadela feita por ela num acto de beleza, ao acordar na manhã!

Eis o que J. escreveu:
Eram ao todo sete pessoas numa só cozinha, um deles o cozinheiro chefe, um dos mais prestigiados cozinheiros de Portugal, com receitas secretas que faziam da comida dele a melhor comida de Portugal, e o seu restaurante era o ponto obrigatório de paragem para todos os turistas. Ele estava à procura de novos cozinheiros e escolheu seis, para aprenderem como cozinhar bem, e um deles era o filho do chefe, por isso iria sair-se bem, de certeza. Quando este estava a cozinhar, deixou cair uma panela no pé, e logo a seguir disse:
— Chega, estou farto! Pai… não é isto que eu quero para mim! Vou-me embora – e saiu.
Todos ficaram bastante espantados, mas continuaram a cozinhar, uma das cozinheiras que estava lá tinha falsificado os papeis para entrar só para estar como filho do chefe. Como este se foi embora, então disse:
— Desculpem mas eu não sou cozinheira… Vou-me embora! – e saiu a correr.
—Impostora! – gritou o chefe – Hoje é só confusões, não tenho descanso! – Quando se virou para traz, tinha uma arma apontada à sua cabeça, e quem lhe estava a apontar a arma disse:
— Passa-me o caderno das receitas secretas… já!

Por fim, eis o resultado da participação de P.:
Seis barretes brancos acenavam em sinal de entendimento, ouvida cada ordem. Uma mão levantou-se para fazer uma pergunta técnica e depois os acenos continuaram. O chefe de cozinha bateu palmas e cada um foi para o seu posto de trabalho.
Na área de preparação dos legumes, Silvestre empurrou com o pé o seu pequeno saco para trás do balde do lixo e começou a desfazer as cenouras em fitas e palitos. Apesar de se ter exercitado, as dimensões dos legumes cortados eram suficientemente desiguais para merecer uma reprimenda do cozinheiro chefe. Se ao menos pudesse manter-se naquele trabalho por mais dois ou três dias sem que o despedissem!... A vaga de cozinheiro fora providencial. Tinha finalmente conseguido acesso ao restaurante de Filinto “Berlusconi”, o famoso mafioso, e arranjaria maneira de conseguir colocar as escutas e as microcâmeras na sala privada em que este jantava com os seus sócios.
A dado momento, o primeiro criado de mesa entrou a cambalear, verde como um puré de ervilhas. Aí estava o efeito dos pozinhos mágicos que o seu amigo químico amador lhe tinha dado. Rodearam o pobre, que vomitou para o chão e foi evacuado. Pouco depois sucederam-se os outros dois criados de mesa.
—Agora o fazemos?! – o chefe de sala lançava as mãos à cabeçºa.
Silvestre deu um passo em frente e ofereceu-se para ocupar o lugar de um deles. Apalpou no bolso as microcâmeras, os microfones e o estojo onde tinha o pó e o pincel para tirar as impressões digitais dos copos…

Ficamos à espera de vós – alunos, professores, funcionários, etc – para se juntarem a nós às quartas-feiras e sextas-feiras às 14:30h (ou noutra hora que queiram marcar).
Em breve regressaremos com duas novas e surpreendentes versões da história do capuchinho vermelho e com o resultado da sexta sessão.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Escrita Criativa

A nossa oficina continua aberta a mais participantes. A partir de Janeiro, passaremos a ter uma sessão às quartas-feiras à tarde. Estamos abertos à participação de todos os alunosprofessores e funcionários.

Escrita Criativa: Exercício "O meu mundo"

A nossa oficina de Escrita Criativa está a dar frutos. O talento dos nossos participantes é contagiante.

Na segunda sessão tivemos de responder ao desafio de imaginarmos ser um cinzeiro acabado de chegar à mesa do café... Houve quem não gostasse da ideia do cinzeiro e trocasse este objecto mal-cheiroso por uma chávena, mas não houve crise. o que é preciso é arranjar um pretexto para deixar a imaginação correr.

Eis dois dos resultados dessa sessão:

Participante 1:
"Já fui bebida, estou ainda com as minhas partes redondas internas cheias daquele líquido pastoso cor  do café e sinto na minha fronteira com o mundo, os lábios quentes e gostosos daquele homem que me bebeu, sôfrego, como se o mundo acabasse naquele café!
Agora estou à espera da empregadita, coitadita é tão sem graça, para me levar sem qualquer cuidado, para aquele sítio onde vou ser lavada juntamente com todas as minhas irmãs e irmãos de desventura. 
Fica-me apenas a certeza que amanhã, ou logo, vou sentir novamente os lábios quentes e grossos do homem que me sorveu"

Participante 2:
"Levaram-me para uma mesa onde estava um senhor e uma senhora. Fui percebendo que o senhor se chamava João e a senhora, Joana. Estavam a falar de algo... não estava bem a perceber. Diziam as palavras "corpo", "desaparecer", "apanhados", "casa"... e insultavam-se um ao outro, oh meu Deus, o que se estava a passar? Só depois é que percebi, quando o João disse a palavra "assalto", tinham assaltado uma casa, o dono aparecera, tinha-os apanhado, ameaçava denunciá-los. Então eles mataram-no, só tinham que fazer desaparecer o corpo. Estava muito bem a ouvir a conversa, curiosa como tudo, quando me foram buscar à mesa. Espera, deixa-me ficar mais tempo ali! Quero ouvir a conversa..."

Em breve publicaremos mais alguns dos textos produzidos durante as nossas sessões.

Os exercícios destas sessões foram adaptados sobretudo a partir de Curso de Escrita Criativa, de Pedro Sena-Lino, e de Quero ser escritor, de Margarida Fonseca Santos




domingo, 5 de dezembro de 2010

Escrita Criativa

O nosso grupo é pequeno, mas cheio de talento. Já fizemos a nossa terceira sessão e as palavras deslizam para fora da caneta com uma facilidade cada vez maior.

Estamos desejosos de receber novos elementos com os quais possamos trocar ideias e divertir-nos através da escrita.

Aceitas um desafio???

Abrimos a temporada de caça aos poemas - e outros textos que nos queiram enviar.

Temos a certeza que tens materiais que queres partilhar connosco! Manda os teus textos para becre.espamol@gmail.com . Ficamos à espera.


Entretanto, eis um desafio:

Dá-nos a definição mais original (e inesperada) que conseguires para os segunintes objectos:

- escadote

- sapato

- computador