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quinta-feira, 7 de abril de 2011

Te-Atrito 2

Recebemos hoje a companhia Te-Atrito, que nos veio apresentar uma récita de Histórias para crianças mal comportadas.

A companhia Te-Atrito nasceu de um grupo de teatro da Escola Secundária João de Deus, em Faro. Neste momento, é uma cmpanhia profissional que tem dado espectáculos pelo Algarve. Recebêmo-los hoje com o apoio da Direcção Regional da Educação do Algarve.

Histórias para crianças mal comportadas é um espectáculo composto por uma sequência de cinco mini-peças: "Cavalo numa ilha", "A avestruz", "Um drama na corte", "Bairro livre" e "Manhã farta". Estas mini peças foram montadas a partir de textos de Jacques Prévert, um importante autor francês multifacetado que viveu entre 1900 e 1977. Os textos hoje apresentados são críticos e irónicos, interpelando-nos e ajudando-nos a olharmos para nós mesmos e para o mundo que nos rodeia. Tanto é assim que, no final do espectáculo, o público foi exortado a intervir, a colocar questões, a pensar em problemas.

A este espectáculo assistiram as turmas 9.º B e 9.º D, acompanhadas, respectivamente, pelas professoras Maria João Lourenço e Mónica Nóbrega.

Encenação: Rita Neves; Interpretação: Rita Neves, Pedro Monteiro, Igor Martins; Música: Igor Martins.

 
Saímos mais sábios deste espectáculo do que nele entrámos.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Te-Atrito na Escola Secundária de Lagoa

Na quinta-feira, 7 de Abril, decorrerá uma apresentação da companhia Te-Atrito (no Auditório).

Esta actividade é organizada pelas bibliotecas do Agrupamento Pe. Ant.º M. de Oliveira, de Lagoa.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Feira do Livro - Fecho

A nossa feira do livro contou com a colaboração da Livraria Coimbra Editora, de Portimão, que forneceu os livros para venda.

À Livraria Coimbra Editora e a todos os que nos visitaram - em especial aos que compraram livros - deixamos aqui o nosso agradecimento. No próximo ano, se tudo correr bem, teremos outra feira do livro.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Feira do Livro

...Assim é: durante a próxima semana teremos uma feira do livro na Escola Secundária de Lagoa (Espamol).

Os livros que estarão à venda serão fornecidos pela livraria LeYa de Portimão e contamos ter a presença de um dos vendedores desta livraria. Os alunos do CEF comercial dar-nos-ão uma ajuda, sob a coordenação da Professora Anabela Matos.

Aproveitem para comprar as vossas ofertas de Páscoa. Depois de o Faraó ter sido derrotado, há mais tempo para nos sentarmos numa pedra do deserto com um livro nas mãos enquanto retemperamos forças - pois, porque não se sabendo se os camelos são dóceis, mais vale ir para a terra prometida pelo próprio pé.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Dia Mundial da Poesia

O Grupo de Português preparou um conjunto de alunos que nos vieram ler alguns poemas de autores portugueses e brasileiros. A declamação dos poemas foi acompanhada por alunos do Curso Profissional de Música. 

Houve lugar para alguns números fora de cartaz: as professoras também foram chamadas a participar, a aluna Filipa Vicente encheu-nos a alma com uma canção e o aluno Marcelo Rio pôs toda a gente a cantar em uníssono!

Em alguns momentos, as aclamações foram tais que o edifício estremeceu um pouco!...

Tudo vale a pena quando a alma não é pequena!

Eis algumas fotos... (com a pena de a sua qualidade não ser muito boa e de a necessidade de trocar de máquina, logo no início, nos ter impedido de registar os primeiros momentos)









terça-feira, 22 de março de 2011

Hoje, 22 de Março, o Centro de Novas Oportunidades da Espamol apresenta o documentário Pare, escute e olhe, de Jorge Pelicano. A sessão de apresentação será feita no Auditório, pelas 20:00h.

Esta actividade e o trabalho subsequente enquadram-se na comemoração do mês da leitura.


quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

De que cor são os sentimentos?

O Dia de S. Valentim é uma boa ocasião para exprimirmos os sentimentos que nos vão na alma...
Mas será que todos esses sentimentos são cor-de-rosa? De que cor são os teus sentimentos? Se há corações vermelhos de paixão, porque não poderia haver cinzentos, de indiferença, amarelos de desprezo, verdes de inveja, negros de melancolia?

O nosso desafio foi perguntar "De que cor são os teus sentimentos" e pedimos que os nossos colaboradores fossem criativos.

Queremos fazer um agradecimento especial à professora Maria do Sameiro e aos seus alunos, que deram uma grande contribuição para o nosso painel e felicitar os demais colaborantes pela sua inspiração.

Para breve está uma continuação desta actividade: vamos transformar os corações de cartão numa nuvem colorida.





quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Escrita criativa - "Vai fermosa e não segura"

E se rescrevêssemos um poema? Como será que cada um de nós responde a este desafio? É o que verão de seguida. Uma coisa não podemos pôr nestas linhas: as risotas e gargalhadas que se produziram na curta hora em que estivemos a dar asas à imaginação.


Mote

Descalça vai para a fonte
Lianor pela verdura
Vai fermosa e não segura


A versão de Maria:

De manhã se levantava
De noite se deitava
Como toda a gente o fazia!
Maria, a prostituta
Comia ao contrário
De noite se levantava
De manhã se deitava

Levava vestido curto e meias de renda
Sapato bicudo e cabelo puxado
Mala vermelha e baton escuro
Vai fermosa e não segura
Tão linda que o mundo espanta

Maria descobre o prazer
Abandonando-se nos corpos suados
Dos homens velhacos
Que a sugam de apetite.
Maria vai fermosa e não segura
Tão linda que o mundo espanta



A versão de Paulo:

Pela calçada vai para a ponte

Pela calçada vai para a ponte
Lianor, grande casmurra!,
Teimosa!, cabeça dura.

Deu co'a cabeça num pote
Rachou a testa de prata
Logo lhe correu escarlata
O sangue do narigote
Perdeu parte do juízo
Mais teimosa que uma burra
Vai Lianor, grande casmurra!
Já tem rouca a garganta
O cabelo amarfanhado
Passa a ponte pr'ó outro lado
Vai dar-lhe uma solipanta!
Pr'ó hospital se adianta
O nariz 'inda a tortura
Vai Lianor, cabeça dura!

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

As delícias de cozinhar palavras

Um dos grandes prazeres das sessões de escrita criativa é o de escrevermos lado a lado e de partilharmos o que cada um de nós faz. Cada participante imagina soluções que surpreendem os seus companheiros e os inspiram. Cada um de nós recebe dos companheiros ideias e estímulos que nos ajudam a encontrar um caminho para dar a volta ao desafio que nos é colocado. Divertimo-nos em conjunto e, ao mesmo tempo, espantamo-nos com as coisas que somos capazes de fazer (os textos que abaixo se apresentam foram escritos de improviso no curto espaço em que cabem 40 minutos e não foram revistos).

A primeira proposta da sessão de 15 de Dezembro era construir um diálogo entre duas pessoas que se encontram presas num elevador. Elas tinham tido uma discussão antes de entrarem para o elevador. O que dirão uma à outra?
Para acrescentar alguma graça ao exercício, resolvemos fazê-lo como um acróstico a partir da palavra NATAL. (Este exercício foi adaptado de Quero ser escritor, de Elsa Serra e Margarida Fonseca Santos, ps. 17-18)
Aqui por baixo segue o texto que a V…. produziu. Resolvemos não censurara as liberdades tomadas com a linguagem!!!...
— Não me faças perder o juízo cntigo, pah! A minha paciência tem limites!!
— Ainda que estejas zangado comigo eu não tenho culpa do elevador avariar. Olha a porra!
— Tão pah? És burra ou fazes para ser? Quando sairmos daqui a primeira coisa que faço é deixar de te falar.
— Atão não vês que sim? Como se tivesses coragem! Quero ver isso.
— Lúcia é nome dela, por isso desampara-me a loja.

O exercício principal desta sessão inclui vários desafios. Eis o nosso ponto de partida:
“Numa cozinha ampla e vibrantemente cheia do sol de Inverno, um grupo de seis pessoas está reunida em redor do cozinheiro-chefe. Este apresenta as ordens para o jantar. De entre aquelas sete pessoas, uma não é um cozinheiro e outra esconde um objectivo que não é partilhado pelas outras e que envolve uma escova… Como é que essa intenção oculta e a pessoa que não é cozinheira irão interferir naquilo que se vai passar naquela cozinha?”
(Adaptado a partir de Pedro Sena-Lino)

Eis a produção de V……:
— Epah, tenho de pensar numa forma de conseguir seguir como meu plano, senão estou lixado. E aquele parvo que nunca mais chega, que chatice!
— Pssst! Tou aqui, pah! Tem lá calma contigo, isto vai correr tudo às mil maravilhas.
— Onde andaste tu, seu bandido? Diz-me a que horas é servido o jantar!
— Às 20:00h em ponto!
— E quantas pessoas estarão?
— Umas 100 pessoas, ao certo não sei, tenho de ter cuidado com as perguntas que faço, senão desconfiam!
— Eheheh… O prato principal vai ser o melhor de todos, certifica-te que todos comem aquela porra!
— Sim, chefe! Uma pergunta.
— Diz lá, pintassilgo!
— Como vais por o veneno para ratos na comida sem que ninguém te tope?
— Isso agora é comigo. E agora fora daqui, que eu tenho mais em que pensar e que fazer!
— Muuuuuaaaaaah, eu ganho sempre!

E agora, a produção de A.C.:
Numa terra fria do Pólo Norte havia uma aldeia requintada visitada anualmente por turistas de todo o mundo, onde se cozinhavam acepipes requintados e misteriosos, daqueles que se degustam e não se sabe muito bem quais são os ingredientes da receita. Nesta aldeia em tempos idos ocorreu um crime violento, sanguíneo, horroroso, na principal cozinha da principal casa da aldeia. Vieram inspectores cheios de casacos compridos, abafos de pescoço e botas de neve, de outras paragens, tentar resolver o caso. Chegaram já noite, o crime tinha acontecido há muito pouco tempo, e o cheiro a sangue ainda pairava no ar frio e farejaram, quais cães, a possibilidade de o crime ter acontecido por motivos passionais.
Nessa cozinha ampla e vibrantemente cheia de sol, devido às janelas grandes e aos tectos envidraçados (um pouco estranho) tinham trabalhado um cozinheiro chefe de renome mundial e seis cozinheiros ajudantes; digo tinham, porque quando os inspectores chegaram havia apenas os corpos esquartejados, pernas, braços, orelhas, crânios das sete pessoas, espalhados no chão, na parede e até nos tectos da cozinha.
Os inspectores reuniram-se muitas vezes procurando o móbil de tão hediondo crime, sabiam que havia uma mulher suficientemente forte, sádica e fria que poderia ter realizado tal acto; a escova deixada na cozinha por debaixo de uma mesa, num canto escondido, continha ainda os cabelos louros da última penteadela feita por ela num acto de beleza, ao acordar na manhã!

Eis o que J. escreveu:
Eram ao todo sete pessoas numa só cozinha, um deles o cozinheiro chefe, um dos mais prestigiados cozinheiros de Portugal, com receitas secretas que faziam da comida dele a melhor comida de Portugal, e o seu restaurante era o ponto obrigatório de paragem para todos os turistas. Ele estava à procura de novos cozinheiros e escolheu seis, para aprenderem como cozinhar bem, e um deles era o filho do chefe, por isso iria sair-se bem, de certeza. Quando este estava a cozinhar, deixou cair uma panela no pé, e logo a seguir disse:
— Chega, estou farto! Pai… não é isto que eu quero para mim! Vou-me embora – e saiu.
Todos ficaram bastante espantados, mas continuaram a cozinhar, uma das cozinheiras que estava lá tinha falsificado os papeis para entrar só para estar como filho do chefe. Como este se foi embora, então disse:
— Desculpem mas eu não sou cozinheira… Vou-me embora! – e saiu a correr.
—Impostora! – gritou o chefe – Hoje é só confusões, não tenho descanso! – Quando se virou para traz, tinha uma arma apontada à sua cabeça, e quem lhe estava a apontar a arma disse:
— Passa-me o caderno das receitas secretas… já!

Por fim, eis o resultado da participação de P.:
Seis barretes brancos acenavam em sinal de entendimento, ouvida cada ordem. Uma mão levantou-se para fazer uma pergunta técnica e depois os acenos continuaram. O chefe de cozinha bateu palmas e cada um foi para o seu posto de trabalho.
Na área de preparação dos legumes, Silvestre empurrou com o pé o seu pequeno saco para trás do balde do lixo e começou a desfazer as cenouras em fitas e palitos. Apesar de se ter exercitado, as dimensões dos legumes cortados eram suficientemente desiguais para merecer uma reprimenda do cozinheiro chefe. Se ao menos pudesse manter-se naquele trabalho por mais dois ou três dias sem que o despedissem!... A vaga de cozinheiro fora providencial. Tinha finalmente conseguido acesso ao restaurante de Filinto “Berlusconi”, o famoso mafioso, e arranjaria maneira de conseguir colocar as escutas e as microcâmeras na sala privada em que este jantava com os seus sócios.
A dado momento, o primeiro criado de mesa entrou a cambalear, verde como um puré de ervilhas. Aí estava o efeito dos pozinhos mágicos que o seu amigo químico amador lhe tinha dado. Rodearam o pobre, que vomitou para o chão e foi evacuado. Pouco depois sucederam-se os outros dois criados de mesa.
—Agora o fazemos?! – o chefe de sala lançava as mãos à cabeçºa.
Silvestre deu um passo em frente e ofereceu-se para ocupar o lugar de um deles. Apalpou no bolso as microcâmeras, os microfones e o estojo onde tinha o pó e o pincel para tirar as impressões digitais dos copos…

Ficamos à espera de vós – alunos, professores, funcionários, etc – para se juntarem a nós às quartas-feiras e sextas-feiras às 14:30h (ou noutra hora que queiram marcar).
Em breve regressaremos com duas novas e surpreendentes versões da história do capuchinho vermelho e com o resultado da sexta sessão.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Aprender e Inovar com TIC: uma proposta interessante

A iniciativa "Aprender e Inovar com TIC" tem como finalidade promover a utilização das TIC com vista à melhoria das aprendizagens dos alunos, através da rentabilização dos equipamentos disponíveis nas escolas.
Esta iniciativa apoiará projectos inovadores que promovam a utilização educativa das TIC e encontra-se aberta a agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas do ensino público de Portugal Continental, no âmbito de actividades do Pré-escolar, 1.º, 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico e do Secundário.
As escolas e/ou agrupamentos são convidados a elaborarem um projecto que será sujeito a candidatura e que deverá ter em conta que esta Iniciativa terá a duração de três anos.
As candidaturas decorrem até 15 de Dezembro e processam-se mediante preenchimento de um formulário online.
Os resultados das candidaturas serão tornados públicos no dia 1 de Fevereiro de 2011. O número de escolas/agrupamentos seleccionados está limitado a cem.

Aprender e Inovar com TIC
Aprender e Inovar com TIC [URL]

Concursos ao Alcance da mão

Ganhar um prémio (ou, pelo menos, fazer boa figura e ganhar o direito a usar montes de lenços para apanhar a baba) é mais fácil do que pode parecer à primeira vista.

Atreve-te a participar. Desafia os teus colegas e professores. Apoia-te na Biblioteca da tua escola. Eis o convite da Rede de Bibliotecas Escolares:

"Bem-vindo ao nosso site de concursos e passatempos. Participa com os teus colegas e amigos, e habilita-te a ganhar prémios fantásticos!
Concursos em Destaque:


Contamos contigo!

sábado, 11 de dezembro de 2010

Escrita Criativa

A nossa oficina continua aberta a mais participantes. A partir de Janeiro, passaremos a ter uma sessão às quartas-feiras à tarde. Estamos abertos à participação de todos os alunosprofessores e funcionários.

Escrita Criativa: Exercício "O meu mundo"

A nossa oficina de Escrita Criativa está a dar frutos. O talento dos nossos participantes é contagiante.

Na segunda sessão tivemos de responder ao desafio de imaginarmos ser um cinzeiro acabado de chegar à mesa do café... Houve quem não gostasse da ideia do cinzeiro e trocasse este objecto mal-cheiroso por uma chávena, mas não houve crise. o que é preciso é arranjar um pretexto para deixar a imaginação correr.

Eis dois dos resultados dessa sessão:

Participante 1:
"Já fui bebida, estou ainda com as minhas partes redondas internas cheias daquele líquido pastoso cor  do café e sinto na minha fronteira com o mundo, os lábios quentes e gostosos daquele homem que me bebeu, sôfrego, como se o mundo acabasse naquele café!
Agora estou à espera da empregadita, coitadita é tão sem graça, para me levar sem qualquer cuidado, para aquele sítio onde vou ser lavada juntamente com todas as minhas irmãs e irmãos de desventura. 
Fica-me apenas a certeza que amanhã, ou logo, vou sentir novamente os lábios quentes e grossos do homem que me sorveu"

Participante 2:
"Levaram-me para uma mesa onde estava um senhor e uma senhora. Fui percebendo que o senhor se chamava João e a senhora, Joana. Estavam a falar de algo... não estava bem a perceber. Diziam as palavras "corpo", "desaparecer", "apanhados", "casa"... e insultavam-se um ao outro, oh meu Deus, o que se estava a passar? Só depois é que percebi, quando o João disse a palavra "assalto", tinham assaltado uma casa, o dono aparecera, tinha-os apanhado, ameaçava denunciá-los. Então eles mataram-no, só tinham que fazer desaparecer o corpo. Estava muito bem a ouvir a conversa, curiosa como tudo, quando me foram buscar à mesa. Espera, deixa-me ficar mais tempo ali! Quero ouvir a conversa..."

Em breve publicaremos mais alguns dos textos produzidos durante as nossas sessões.

Os exercícios destas sessões foram adaptados sobretudo a partir de Curso de Escrita Criativa, de Pedro Sena-Lino, e de Quero ser escritor, de Margarida Fonseca Santos




terça-feira, 7 de dezembro de 2010

As asas da Lontra Bernardina

Formação para professores regressa ao Sítio das Fontes
Pelo terceiro ano consecutivo, “Os Contos do Mago” – Uma ficção da criação Geológica do Algarve, serão o tema para 3 acções de formação para 45 professores do concelho de Lagoa.

Sítio das Fontes – parque municipal e a Dona Lontra Bernardina, realizaram a primeira de três acções de formação para professores, previstas para o presente ano lectivo. Estas acções foram desenvolvidas no âmbito PREAA – Programa Regional de Educação Ambiental pela Arte e contou com 10 docentes de concelho de Lagoa.

O conto “As Asas da Dona Lontra Bernardina” foi trabalhado pelo formador, Helder Romão do Sítio das Fontes, e pelos participantes nesta acção. Consistiu sobretudo num percurso pedestre de interpretação da paisagem, ao longo da margem esquerda do esteiro das Fontes, à descoberta dos espaços naturais ligadas ao estuário do rio Arade.

Estas jornadas formativas têm como objectivo primordial a descoberta do mundo natural que nos rodeia, com o qual convivemos quotidianamente e que, frequentemente, nos passa despercebido.

Nos meses de Novembro e Dezembro, decorrerão também oficinas de exploração do conto “As Asas da Dona Lontra Bernardina”, em que participarão, numa primeira fase os professores e as respectivas turmas. Mais tarde, será a vez de os alunos reinterpretarem a história. Serão as Sessões do Conto e de Retorno ao Conto, dinamizadas pelo formador/pedagogo Rui Afonso, recorrendo à expressão oral, corporal e à precursão.

O Sítio das Fontes esteve também presente num dia de sessões de conto que decorreu no Jardim-de-infância e na Escola E.B. 2,3 Jacinto Correia em Lagoa, onde participaram quase 100 alunos.

No primeiro trimestre de 2011 os professores regressarão com os seus alunos ao percurso pedestre do Sítio das Fontes e, no fim de Março, está previsto um encontro de encerramento a ter no lugar no anfiteatro deste Parque Municipal. No encontro haverá, entre outras actividades a divulgar posteriormente, uma mostra de trabalhos realizados ao longo do ano lectivo 2010/11.


Imagens alusivas a esta comunicação












30-11-2010

domingo, 5 de dezembro de 2010

A Morte Vermelha

Dia Mundial da Música na Espamol

Escrita Criativa

O nosso grupo é pequeno, mas cheio de talento. Já fizemos a nossa terceira sessão e as palavras deslizam para fora da caneta com uma facilidade cada vez maior.

Estamos desejosos de receber novos elementos com os quais possamos trocar ideias e divertir-nos através da escrita.

A brief review of Edgar Allan Poe's Horror Tales

Horror Tales - A brief review of Edgar Allen Poe's Tales

Letícia Thomaz, do 9.º B, tomou em mãos a tarefa de recontar O gato preto, uma horrenda história de Edgar Allen Poe. Quando acabou, havia várias pessoas na sala que estavam muit arrepiadas, ams que nos disseram que foi por causa do frio. Acreditem ou não...

Como as coisas horrosas nunca são demais e não há uma sem duas ou três (a história da humanidade assim o mostra), no passado dia 18 foi a vez de três alunos da turma A do 10.º Ano nos recontarem uma outra história onde entrava uma personagem que, dizem, é a mais justa e equalitária do mundo: a própria Morte. Desta vez, apareceu num bail de máscaras  vestida de palhaço. Por detrás dos lábios vermelhos da boca pintada, o seu eterno sorriso de caveira escarnecia daqueles que se iludiam, pensando que poderiam escapar-lhe.

Agora, já que a história foi contada em inglês, aui vai a notícia nessoutra língua:
  
Three of our fine students from class 10.ºA made a play out of a  Edgar Allen Poe's tale. Prince Prospero couldn't fool Death with his makerade and entreasuring himself and his court inside his jewelbox palace. Death allways find a way to show up, even if not invited. A scarlet blur blooming on a face, a smear melting the the walls of the palace into a fog and... the silent rictuous smile of a waiting skull.


A sala cheia...
A sala ainda mais cheia...
Os verdadeiros artistas



 Desta vez foram os alunos a fazer a preparação e a dramatizaçãpo do conto, Fizeram um trabalho exemplar. Ficamos à espera que mais turmas peguem neste desafio de se divertirem imenso enquanto aprendem

Contos de Horror na Biblioteca

O dia das bruxas e o convívio com os mortos tradicionalemnte realizado na véspera do Dia de Todos os Santos (All Hallows Evening - contraído para Halloween) foi o pretexto para iniciarmos uma série de sessões de contos de horror. As primeiras turmas foram o 10.º G e o 12.º B, acompanhadas, respectivamente, pelas professoras Ana Martins e Joana Melo.

Por nossa conta ficaram O tesouro e O barba Azul. A aluna Diana, do 10.º G, conytou-nos uma história de fantasmas e mal-entendidos